Prata da Casa


Autor: Jose L. Pedroso.
Perfil no Twitter: @jlpedroso

iurdxgloboSe existe algo realmente onipresente no Brasil, é a Globo. A rede carioca interfere, em graus diferentes, na vida de toda a população do país.

Exemplos disto não faltam: quem não se lembra da edição do debate Collor X Lula? Ou quem nunca sofreu para ver um jogo de futebol que começa quase às 23h, por causa da maldita novela? A Globo está lá, mexendo os pauzinhos, mesmo se você nunca a assiste.

É claro que com o poder, vêm os problemas. Todos adoram odiar a TV Globo. Quando a Globo erra, vira hit na internet; se algum programa a ultrapassa na audiência, todos comemoram. Torcer contra a Globo é um esporte nacional, o que não deixa de ser um paradoxo, já que a emissora quase sempre tem mais de 25% de audiência.

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Fonte: Suástica Azul
Autor: Lauro Edison (Paralelo)

Problema do Mal 1

Nunca, por nenhuma razão, se poderia desejar que a dor aumentasse. Da dor, só se podia desejar uma coisa, que parasse. Nada no mundo era tão horrível como a dor física. Em face da dor não há heróis, não há heróis, ele pensou e tornou a pensar, torcendo-se no chão, segurando à toa o braço esquerdo invalidado – 1984, George Orwell

Não sei se Deus existe. Mas seria melhor para sua reputação que não existisse  – Jules Renard

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Texto escrito e enviado pelo leitor:  José Luís Pedroso

Origem-horzEstamos vivendo em meio a uma “cruzada religiosa” nas escolas. 

O criacionismo sai do espaço que sempre lhe foi reservado, as aulas de religião, e vai se infiltrando em outras áreas, pouco a pouco.

Ciência, história e religião vão sendo misturados, formando uma confusa teia de pseudoconhecimento, onde fica difícil para as crianças saberem onde termina o mito e começa a história, o que é ciência e o que são dogmas. 

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Fonte: Recanto das Letras
Autora: Camila Visentainer

airon_rubemalves
Esse texto foi indicado pela autora, Camila, em comentário a um texto do Blog. Os leitores também têm espaço, por aqui!
 
Nunca fui muito de acreditar facil nas coisas, não me lembro de já ter acreditado em Papai Noel, coelinho da páscoa e muito menos em fada do dente, a única coisa que demorei um pouco mais pra desacreditar foi em deus, mas também,  todos os dias somos bombardeados com promessas e ameças desse senhor, que diz que te ama. Ai de você pensar em duvidar…  eu nunca acreditei tanto, sabe, eu tinha certeza de que nunca iria pro céu mesmo, afinal eu sempre me questionava. Se deus é um só, por que existem tantas religiôes? Como saberei qual a certa? E quando parei pra pensar que toda a crença nesse ser era baseada num livro… NUM LIVRO!

Autor: Fabrício “Pudoca”

Maurice, um agnóstico?

Maurice, um agnóstico?

Um dos segredos do sucesso da nova safra de animações, inaugurada pela Pixar com Toy Story é, sem dúvida, esconder pequenas referências à cultura pop, a eventos históricos e até a outros filmes, funcionando em camadas.

Enquanto a criançada se diverte, os pais deliciam-se com as referências que só eles entendem. Madagascar tem a mais ousada que já encontrei.

Não nos interessa todo o enredo, apenas o contexto onde está a referência: após os rios e lagos da reserva ambiental africana (onde se passa a história) terem secado, os dois personagens mais hilários do filme surgem com um plano para reverter a situação.

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Autor: Fabrício “Pudoca”

diversidadeUnir ateus é como arrebanhar gatos. (Richard Dawkins)

Existe uma tendência incrível de aplicar o modelo religioso a qualquer comunidade de ateus.

A lógica é simplista: as questões que unem ambos os grupos giram em torno da existência  (ou não) de deus. Portanto, suas formas de agrupamento social são semelhantes.

Non sequitur.

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Autor: Fabrício Roveri “Pudoca”

diceIremos morrer. Você e eu. C´est la vie.

É costume dizer por aí que a morte é a única certeza de quem vive. Gosto de ir além desse lugar comum e dizer que ela é o nosso maior prêmio.

Essa reflexão começou quando eu era ainda muito pequeno (cerca de dez anos, suponho) ao ouvir uma das pérolas de Seu Egídio, meu avô: uma pessoa sem cultura ou estudos, e ainda assim com algumas percepções singulares e ousadas acerca da vida. Na ocasião, alguém distante tinha falecido, e ele teceu uma crítica ácida à comoção do velório: “não entendo como a morte pode ser menos natural, ou ainda menos desejada do que o nascimento; deveríamos estar a festejar, não a lamentar”. Ou algo mais ou menos assim – estou sendo o mais fiel que minha memória me permite. Essas palavras soaram-me como um absurdo total, como a todos naquele recinto, que rapidamente (e como de costume) torceram o nariz para o velho. Mas dentro do absurdo farejei alguma sabedoria, e essa questão acabou por assumir uma importância extrema: inaugurou as engrenagens filosóficas da minha mente. Eu sabia que havia uma verdade naquilo, só não sabia onde. E precisa urgentemente descobrir.

Aconteceu de eu me tornar, nos anos que seguiram, um naturalista; excluindo de minhas crenças a idéia de deus, alma e vida eterna.

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