abril 2009


Amigos, vamos montar a trilha sonora da UNA?

Deixe nos comentários os links do youtube para as músicas que vocês acham que devem participar da trilha sonora.

Montaremos uma CATEGORIA com os vídeos sugeridos.

Não existe limite de músicas por comentário, vamos lá!!!!

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Aparentemente, O Diário de Maringá fez um bom especial sobre o ateísmo, falando principalmente sobre o preconceito que ateus sofrem na sociedade. Reproduzo aqui a notícia principal.

Fonte: O Diário de Maringá

Autor: Vinícius Carvalho

 

Eles não dizem amém, não batem na madeira e só jejuam antes de exames clínicos, ou para emagrecer. São sempre minoria, rejeitados pela esmagadora massa de cristãos, muçulmanos e outros crentes do mundo. A maior parte deles não está interessada em conflito, contudo os ateus são o grupo que causa maior repulsa no brasileiro, de acordo com pesquisa da Fundação Perseu Abramo, publicada em fevereiro.

 

Numa análise detalhada sobre o preconceito no Brasil, o levantamento aponta a existência de intolerância relacionada à orientação sexual, crença religiosa, dependência química e situação econômica.

 

O grupo apontado como mais odiado, na opinião dos entrevistados, é a “gente que não acredita em Deus”. Eles despertam repulsa ou ódio em 17% das pessoas e antipatia em outros 25%, superando a aversão causada por usuários de drogas, garotos de programa, transexuais, travestis, e prostitutas.

 

Nem ver

Entre as pessoas que os entrevistados afirmaram ter menos vontade de ver ou encontrar na rua, os ateus aparecem em segundo lugar, com 25% – atrás apenas dos usuários de drogas (35%).

A discriminação contra o não-crente é aberta e exercida livremente. No Dicionário Houaiss, entre os sinônimos atribuídos ao verbete “ateu”, estão “ímpio” e “herege”. No entanto, os descrentes, em geral, não estão interessados em atacar nenhuma religião ou profanar os símbolos sagrados da maior parte da humanidade.

“Muitas pessoas acham que se você não tem um pastor, não é ovelha, e se não é ovelha, então é lobo”, diz o estudante de Farmácia no Cesumar, Gustavo Silva Santos, ateu e morador de Maringá. Ele afirma que, quando fala sobre o assunto, as reações são quase sempre negativas. “Os olhares são feios, os comentários desconfiados”, comenta.

Fora do manual

Para Gustavo, a aversão aos ateus se deve ao fato de muita gente acreditar que as concepções de bem/mal e certo/errado estarem necessariamente associadas à crença religiosa.

“O ateísmo é tido como fora dos padrões clássicos de bom comportamento, fora dos ritos sociais comuns. Não nos enquadramos do manual de como ser bom, segundo a Igreja: cultuar a Deus, casar, batizar os filhos, crismá-los e manter talões de dízimo”, diz Gustavo. “Como esse padrão é muito mais forte em pequenos centros, ser ateu ou até agnóstico em Maringá é problema grave”, destaca.

Saiba mais

Segundo apurou O Diário, discriminação contra ateus é sentida até no meio jurídico. Muitos daqueles que não creem em Deus, como é o caso de um advogado ouvido pela reportagem, começaram a questionar as religiões com ajuda da ciência.

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Outras notícias do especial podem ser vistas nos seguintes links, necessitando apenas de um cadastro simples para ter livre acesso:

http://www.odiariomaringa.com.br/noticia/215792

http://www.odiariomaringa.com.br/noticia/215793

http://www.odiariomaringa.com.br/noticia/215794

Lembram desse post?

Pois é, a Gripe Suína mudou de nome: Gripe AH1N1

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Fonte: Diário Catarinense

OMS decide mudar o nome da Gripe Suína. A doença passará a ser chamada de gripe AH1N1

A Organização Mundial da Saúde (OMS) decidiu hoje mudar o nome da até então chamada gripe suína para gripe AH1N1. 

“Trocamos a denominação de gripe suína pela de gripe AH1N1 porque o vírus é cada vez mais humano e tem cada vez menos a ver com o animal”, explicou Dick Thomson, porta-voz da instituição. “Recebemos muitas consultas de associações de animais e produtores questionando o nome e finalmente decidimos trocá-lo”.  

puxa-saquismo da igreja a Salazar

Um exemplo de puxa-saquismo da igreja a Salazar

Salazar e o cardeal Cerejeira, grandes aliados

Salazar e o cardeal Cerejeira, grandes aliados e símbolos da união Estado-Igreja em Portugal

António de Oliveira Salazar (Vimieiro, Santa Comba Dão, 28 de Abril de 1889 — Lisboa, 27 de Julho de 1970) foi um estadista, político português e professor da Universidade de Coimbra. Notabilizou-se pelo facto de ter exercido, de forma autoritária e em ditadura, o poder político, em Portugal, entre 1932 e 1968.

Foi também ministro das Finanças entre 1928 e 1932, procedendo ao saneamento das finanças públicas portuguesas.

Instituidor do Estado Novo (1933-1974) e da sua organização política de suporte, a União Nacional, Salazar dirigiu os destinos de Portugal, como Presidente do Conselho de Ministros, entre 1932 e 1968.

Apoiando-se na doutrina social da Igreja Católica, Salazar orienta-se para um corporativismo de Estado autoritário, com uma linha de acção económica nacionalista assente no ideal da autarcia. Esse seu nacionalismo económico levou-o a tomar medidas de protecionismo e isolacionismo de natureza fiscal, tarifária, alfandegária, para Portugal e suas colónias, que tiveram grande impacto sobretudo até aos anos sessenta.

OBS: este site mostra várias imagens da aliança igreja-estado em Portugal.

Fonte: Diário Digital

O governo egípcio anunciou hoje que iniciou a morte em massa de todos os porcos do país como medida de prevenção contra um possível surto de gripe suína, doença que matou sete no México, um nos Estados Unidos e atingiu outros nove países.

Embora tenha tido origem provável em porcos, a OMS (Organização Mundial de Saúde) afirma que não há risco de contrair a doença pela ingestão de carne de porco, porque a temperatura de cozedura (acima de 70ºC) mata o vírus.

Embora tenha um regime laico, no Egito o Islamismo é a religião oficial, a qual proíbe o consumo de carne de porco.

A Organização Mundial para a Saúde Animal (OIE) reiterou na segunda-feira que ainda não foi comprovada a relação entre o vírus e os animais e pediu que a gripe suína seja denominada gripe da América do Norte.

«O vírus não foi isolado em animais até à data. Portanto, não se justifica o nome desta doença como gripe suína», alegou a organização, em comunicado.

O vírus é transmitido como o de uma gripe comum, de pessoa para pessoa, e até agora as autoridades de saúde constataram que os antigripais Relenza e Tamiflu são eficientes contra a infecção.

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Comentário do Carlos Esperança da AAP e do Diário Ateísta

Chumbo Grosso

 

 “A medida pode ser inútil para a saúde e prejudicial para a economia mas agrada certamente a Maomé”.

Muitos não sabem, mas a Eslováquia já foi governada por um padre nazista (Jozef Tiso). O monsenhor Jozef Tiso (1887-1947) era um sacerdote católico que foi deputado do parlamento tchecoslovaco, membro do governo tchecoslovaco e, finalmente, presidente da República Eslovaca “Independente”, entre 1939-1945, um protetorado da Alemanha Nazi.

Tiso perseguiu duramente judeus, ciganos, opositores e minorias religiosas. Depois da Segunda Guerra Mundial, ele foi executado pelas autoridades tchecoslovacas por traição e colaboracionismo.

O padre Andrej Hlinka (1864-1938) foi antecessor de Tiso na liderança do Partido Popular Eslovaco. A exemplo da Croácia de Pavelic, a Eslováquia de Tiso era um regime nazi-católico. Em 2003, o papa JP2 visitou a Eslováquia e se deparou com reclamações da comunidade judaica local. Os judeus eslovacos exigiam do papa um mea culpa pelo “silêncio” da Igreja (e Pio XII) em relação aos crimes de Tiso. (é dever do Vaticano tomar atitude contra um padre “pecador”, caso contrário, estará sendo conivente. Em suma, é OBRIGAÇÃO do chefe POLICIAR o seu empregado). Quando Tiso foi condenado à forca, Pio XII tentou salvá-lo inutilmente da execução.

A Igreja nunca publicou um texto pedindo perdão por sua “omissão” em relação a Tiso.

BPK 30.013.856

Hitler foi nomeado chanceler pelo então presidente Hindenburg em janeiro de 1933. Em fevereiro, Hitler ordenou aos seus capangas que ateassem fogo no Reichstag e depois colocassem a culpa nos comunistas. Ele convenceu Hindenburg a assinar uma lei que decretava o estado de sítio no país. Além disso, os comunistas foram perseguidos e presos e o partido comunista foi posto na ilegalidade.

O clima tenso causado pelo Estado de Sítio deu motivo para Hitler conseguir convocar o Parlamento e promover a votação da “Ermächtigungsgesetz”  (Lei de habilitação de grandes poderes). O Ermächtigungsgesetz era um poder especial permitido pela Constituição de Weimar para dar grandes poderes ao Chanceler, como, por exemplo, decretar leis sem a intervenção do Reichstag. O Ermächtigungsgesetz só poderia ser votado em casos de estado de sítio (ou emergência). O Ermächtigungsgesetz só poderia entrar em vigor se conseguisse 2/3 dos votos do Reichstag.

Hitler fez acordos com vários partidos, que aceitaram votar a favor dessa lei habilitante. Mas ainda faltava negociar com os deputados do  Zentrumspartei (partido católico, cujo líder era o padre Ludwig Kaas) a votarem a favor da lei e, con isto, conseguir os 2/3 necessários para  a aprovação. O Zentrum, entretanto, só aceitaria votar a favor da lei se o NSDAP concedesse privilégios à Igreja Católica, além de assinar uma concordata.

No final de março , a lei foi aprovada e o NSDAP ganhou plenos poderes e dissolveu o Reichstag. Depois, a Igreja começaou a negociar uma nova concordata com a Alemanha. Nesse cenário, ela sacrifica o Zentrum, então o único partido significativo que o NSDAP não tinha proibido. Na realidade ele ajudou o NSDAP a conquistar o poder absoluto.

Em 5 de julho de 1933, o Zentrum se dissolve sob solicitação da hierarquia católica, deixando o caminho livre para o NSDAP, então, o partido único. Os nazistas fizeram a concordata com o Vaticano. Hitler enviou von Papen (e Kaas) a Roma para assinar a concordata com o Secretário de Estado do Vaticano, Eugenio Pacelli, futuro Pio XII (o bispo Montini, futuro Paulo VI, também participou da assinatura da concordata. Anos depois, ele se envolveria com as Ratlines).

A concordata garantiu o reconhecimento diplomático do regime nazi pelo Vaticano, o que era muito vantajoso para Hitler no plano internacional. Por outro lado, a Igreja aceitou cooperar com Hitler e fechar os olhos para os abusos cometidos por ele. Além disso, a Igreja ganharia escravos do regime nazi (curiosidade: o NSDAP teria como membro-honorário o bispo Alois Hudal, que mais tarde seria um dos protagonistas das Ratlines). O NSDAP também fez acordos com as Igrejas Protestantes, que apoiaram os nazis em troca de privilégios. Um dos mais notáveis líderes protestantes pró-NSDAP era o pastor Ludwig Müller, líder do Deutsche Christen. A Igreja Adventista também foi uma notável cúmplice do nazismo, tanto que recentemente os adventistas pediram perdão por esta cumplicidade.

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