Pense


“Quando o dinheiro fala, a verdade cala”

Provérbio Chinês

“Os melhores escravos são os que pensam estar livres”

Desconhecido

“Para saber quem domina o mundo, você deve saber qual grupo não se pode criticar”

Kevin Alfred Strom

“A verdade é chamada ódio por aqueles que odeiam a verdade” Desconhecido

“Quem vive da mentira deve temer a verdade!”

Friedrich Christian, Príncipe de Schaumburg Lippe (1975)

“Existem dois tipos de história mundial: uma é a oficial, mentirosa, própria para as salas de aula; a outra é a história secreta, que esconde a verdadeira causa dos acontecimentos.”

Honoré de Balzac

“Não acredite em algo simplesmente porque ouviu. Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito. Não acredite em algo simplesmente porque esta escrito em seus livros religiosos. Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade. Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração. Mas depois de muita análise e observação, se você vê que algo concorda com a razão, e que conduz ao bem e beneficio de todos, aceite-o e viva-o.”

Buda

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Fonte: “Enquanto vocês oravam…”
Autora: Jane Mara Jarschel
Indicação: Francisco, por MSN

Pedofilia

A ‘Ave Maria’ tocava no rádio Semp ...

Pensei neste título para o meu blog ontem. Aliás, ontem é que eu estava com vontade de escrever. Não hoje. Só que preciso escrever hoje. Então vou me esforçar bastante agora, embora esteja indisposta e triste. Mas alguma indignação e revolta ajudam bastante.

Acho que minha vida sempre foi intensa demais. Acumulei vivências fora da curva e observações que, aos poucos e, com alguma organização, devo converter em palavras inteligíveis – aviso que meu vocabulário é pobre e vulgar.

Mas pra que escrever? Nem sei. Este será só mais um blog no meio de centenas de milhares mais interessantes, de gente que domina gramática, literatura, ciências políticas, atualidades e seja mais o que for. Eu não domino nada. Nem mesmo as minhas emoções, creio.

Vamos lá!

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Fonte: Santo Ateísmo

“Antes de mais nada, alerto que ao ler esse post você verá posições extremistas sobre o assunto, porém essas posições fazem-se necessárias para a compreensão do que quero passar, se você discordar do que direi aqui escreva um comentário com sua opinião.”

Fazendo uma rápida pesquisa pela internet, você encotrará definições de que pecado sempre foi um termo usado principalmente dentro de um contexto religioso, e que descreve qualquer desobediência à vontade de Deus. No hebraico e no grego comum, as formas verbais (em hebr. hhatá; em gr.hamartáno) significam “errar”, no sentido de errar ou não atingir um alvo, ideal ou padrão.

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Autor: Eduardo Patriota Gusmão Soares

Templo de SalomãoAs religiões sempre recorrem a dois fortíssimos aliados para se auto-validarem e difundir suas crenças: em primeiro, vem a carência do ser humano, incapaz de admitir que talvez estejamos neste planeta por acaso, abandonados à nossa própria sorte.

Em segundo, o fato de que as grandes religiões nasceram na aurora dos tempos, onde nem os registros escritos nem a ciência existiam. Nossos primos extintos, engolidos pela seleção natural, os Neanderthal, há 350.000 anos já enterravam seus mortos. Já o Homo-sapiens, de 200.000 anos para cá, enterrava artefatos junto com o morto, o que indica algum tipo de religiosidade. Mas estamos ainda muito longe, antes mesmo da última Era Glacial. Vamos nos aproximar mais da nossa era.

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Fonte: Saindo da Matrix
Via: Hippies.com.br
Indicado por @raphaelbastos no Twitter

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loucura

Loucura

Baseado no excelente trabalho de pesquisa de Paulo Dalgalarrondo em seu livro Religião, psicopatologia e saúde mental, colocarei alguns trechos acerca das religiões, através dos séculos:

Na Grécia antiga, Xenófanes (570-460 a.C.) foi um dos primeiros a formular uma análise crítica da religião, questionando a Divindade e o que dela se pode saber. Ele não afirma a inexistência dela, ao contrário, sugere que ela existe, mas é inalcançável pela mente humana. Para ele, o que os homens fazem nas suas religiões é nada mais do que projetar nos deuses suas vãs opiniões. Pode parecer um pensamento óbvio hoje, não para a época (basta ver os deuses grego-romanos e seus defeitos), mas, mesmo tendo em vista as religiões de hoje – que colocam Deus acima das concepções humanas – algumas doutrinas ainda carregam consigo traços dessa concepção antropormofizada de Deus, seja em adesivos de carro (“Deus é fiel”) ou em passagens do Velho Testamento.

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Fonte: Hipocrisia Vaticana

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John Sweeney, jornalista da BBC, investiga a Igreja da Cientologia, que tem como membros celebridades de Hollywood. Ex-membros afirmam que a igreja utiliza métodos de lavagem cerebral para colocar seus oponentes em desvantagem psicológica.

Durante o curso das investigações, Sweeney é pressionado, espionado, visitam seu hotel à meia-noite e desconhecidos em carros alugados seguem a equipe da BBC pelas ruas.

Veja os vídeos:

parte 1/3

parte 2/3

parte 3/3

Extraído do livro Radiografia do Jeovismo, de Arnaldo Christianini – CPB
Dica do usuário @BiancaMoura no Twitter

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sangue

A doutrina de que Deus veda e abomina uma medida eficacíssima de salvar vidas humanas, a transfusão de sangue humano, é relativamente nova na sistemática jeovista. Russell jamais pensou nela. Rutherford, idem. Mas logo após a morte do “juiz”, ocorrida em janeiro de 1942, já nos corredores da sede da Sociedade Torre de Vigia se cochichava alguma coisa a respeito da transfusão de sangue. Era ainda uma coisa vaga, que só três anos mais tarde assumiria definitivamente foros de doutrina a ser finalmente incorporada pela organização.

Sob a direção de Nathan Knorr, os “doutores da lei” do neorusselismo, a princípio timidamente, começaram a propalar a grande “descoberta”: a transfusão de sangue é proibida pela Bíblia. E sem levar em conta o fato indisputável de que a Bíblia nem toca neste assunto, totalmente desconhecido nos tempos bíblicos, a revista The Watchtower (A Torre de Vigia), em sua edição (em inglês) de 1° de julho de 1945, pela primeira vez anunciou, num artigo intitulado “A santidade do sangue”, que “a transfusão do sangue humano constitui violação do concerto de Jeová, ainda que esteja em jogo a vida do paciente”.

O pensamento jeovista sobre este assunto baseia-se unicamente numa interpretação errônea, livre, extra-contextual e inteiramente descabida das regras do sacerdócio levítico pertinentes ao sangue sacrifical dos animais. Citam livremente os versículos, sempre isolados do contexto, sempre separados do assunto a que se prendem.

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