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Parece mentira, mas judeus serviram ao Führer. E a imprensa nos dizendo que Hitler tinha 100% de ódio aos judeus etc. etc. Confiram o documentário através deste link.

O post A UNA incomoda muita gente incomodou bastante o ultramontano dono do blog “Deus lo Vult“. Ele postou este texto como resposta… vou postar algumas “pérolas” dele…..

Às vezes, eu fico pensando se vale a pena continuar insistindo contra uma evidente incapacidade ou má-fé intelectual. Refiro-me à tréplica da UNA sobre a Igreja e o Nazismo, em resposta a um post aqui publicado na semana passada. Alegra-me muito ver o Deus lo Vult! ser chamado de “blog ultracatólico”, honra que não mereço – mesmo o pessoal da UNA usando a expressão em sentido pejorativo.

OBS: Olha quem vem falar de má-fé intelectual… um membro da seita da suprema verdade!!!  Salve, Maria!!!

Ele disse :

Por exemplo: eu afirmei “que a presença do Papa junto a autoridades políticas quaisquer não significa, sob ótica nenhuma, um apoio irrestrito a estas autoridades”.

OBS:Nesse ponto eu concordo, mas a questão de Pio XII é gravíssima… Basta vermos as atitudes dele. Ele foi dos artífices do apoio do Zentrum a Hitler… ele fez vista grossa pro padres que cooperam com o nazifascismo…  Ah… João Paulo II se portou de maneira similar… ele fez vista grossa pros padres envolvidos em pedofilia, ditaduras, máfia etc. ao contrário dos padres “moderninhos e progressistas”. Aí ele soube punir rapidinho….

o autor disse:

Oras, e por acaso a Igreja foi pilar do regime nazista?

OBS: formalmente não, mas colaborou com o regime…. do Zentrum até as Ratlines. Mas a igreja foi pilar dos regimes da Croácia, Eslováquia, Áustria, Espanha, Portugal e Vietnã do Sul. E claro… o papa foi conivente.

o autor disse:

E vejam como é engraçada a “história enviesada” que os ateus contam: falam do cardeal de Viena, Theodore Innitzer, que saudou o Anschluss e pronunciou um sonoro Heil Hitler. No entanto, não contam o resto da história: que o cardeal Pacelli obrigou o cardeal Innitzer a voltar a Roma para prestar contas de sua declaração, que ele foi obrigado a assinar uma retratação (publicada em L’Osservatore Romano), e que a casa do cardeal foi invadida pelos nazistas após isso. Acaso pode-se dizer, em sinceridade de consciência, que uma atitude destas é exemplo de apoio da Igreja ao Nazismo? Ou os ateus só “pescam” da história aquilo que lhes convém, varrendo para debaixo do tapete o resto?

OBS:Sei, sei… como se a Wikipedia fosse 100% confiável… bom… quem mais entende de varrer pra debaixo do tapete é igreja o dono do blog…  ah… ele se esqueceu se dizer que um outro prelado austríaco, Alois Hudal, cooperou com os nazis. Também esqueceu de citar outros prelados que colaboraram com o Reich… com a conivência da igreja.

Autor disse:

Quando são pedidos para apresentarem provas de que a Igreja apoiou o nazismo, eles simplesmente não as apresentam: ficam só nos padres que fizeram Heil Hitler, na (suposta) ausência de condenações, nas fotos de autoridades eclesiásticas com Hitler e ministros do Reich, etc., etc. O resto, eles simplesmente ignoram. Pode ser levado a sério este jeito incrível de se fazer história?

OBS:Xiiii ele nem lê os textos… postados e ainda vem falar isso!!!! O cara ignora n dados comprometedores e ainda faz acusação dessa!!Só pra lembrar, o papa não puniu esses padres “Heil,Hitler” Ele ignorou várias coisas que eu postei.

O autor disse:

Sobre o Zentrum, o negócio fica ainda pior. Em primeiro lugar, em 1933 (ano da assinatura da Concordata) não havia “regime nazi” nos moldes de uma ditadura, como o Nazismo é conhecido hoje. Não havendo ditadura, portanto, não há também “o reconhecimento diplomático do regime nazi pelo Vaticano”. E, por fim, é simplesmente falso que, com a Concordata, a “Igreja aceitou cooperar com Hitler e fechar os olhos para os abusos cometidos por ele” – isto não se encontra no texto da concordata e nem em lugar nenhum. É somente mais uma petição de princípio.

OBS:O cara quer distorcer a realidade… o Zentrum votou a favor da ditadura nazi em troca da Concordata.

o autor disse:

E ainda mais uma: dizem os ateus que “[o] livro de Cornwell [o Papa de Hitler] é ambíguo, coloca a igreja como vilã e coitada em certos momento”. Oras, então o livro dá margem para dizer que Pio XII foi o Papa de Hitler e também que ele foi o Papa Anti-Hitler. No entanto, já que a Igreja apoiou o Nazismo, é somente as partes nas quais a Igreja é apresentada “como vilã” que são fidedignos no relato do Cornwell. Não é assim que se faz história, afinal de contas?

OBS: Como se Cornwell fosse único parâmetro. Até citei outros autores anteriormente. Citei sites, jornais etc. Bom… na parte do livro de Cornwell sobre a Croácia, ele faz críticas ácidas à igreja.

O autor disse:

Após os intermináveis raciocínios circulares e histórias contadas pela metade da União Nacional dos Ateus, resta somente uma curiosidade que eu sempre tive: onde estavam os ateus durante o regime nazista e a Segunda Guerra Mundial? Já que perguntar não ofende, quais foram as ações que eles, em grupo ou individualmente, tomaram durante o III Reich?

OBS: Como se ateísmo fosse igreja. Os ateus na época pertenciam a várias correntes ideológicas. Já a santinha igreja… nem preciso falar…..

O vídeo mostra imagens do regime nazi-católico eslovaco (1939-1945) cujo ditador era o padre Jozef Tiso.O vídeo enfoca muito a Guarda Hlinka, uma espécie de milícia do regime eslovaco. O nome Hlinka deriva do padre Andrej Hlinka.

Curiosidade: Tiso, ao contrário de padres “moderninhos”, jamais foi excomungado pela igreja!!!

segundo a mídia “livre”…sim … mas será verdade mesmo ???

OBS: desligue a TV…. pois ela te desinforma!!!!

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