Muitos não sabem, mas a Eslováquia já foi governada por um padre nazista (Jozef Tiso). O monsenhor Jozef Tiso (1887-1947) era um sacerdote católico que foi deputado do parlamento tchecoslovaco, membro do governo tchecoslovaco e, finalmente, presidente da República Eslovaca “Independente”, entre 1939-1945, um protetorado da Alemanha Nazi.

Tiso perseguiu duramente judeus, ciganos, opositores e minorias religiosas. Depois da Segunda Guerra Mundial, ele foi executado pelas autoridades tchecoslovacas por traição e colaboracionismo.

O padre Andrej Hlinka (1864-1938) foi antecessor de Tiso na liderança do Partido Popular Eslovaco. A exemplo da Croácia de Pavelic, a Eslováquia de Tiso era um regime nazi-católico. Em 2003, o papa JP2 visitou a Eslováquia e se deparou com reclamações da comunidade judaica local. Os judeus eslovacos exigiam do papa um mea culpa pelo “silêncio” da Igreja (e Pio XII) em relação aos crimes de Tiso. (é dever do Vaticano tomar atitude contra um padre “pecador”, caso contrário, estará sendo conivente. Em suma, é OBRIGAÇÃO do chefe POLICIAR o seu empregado). Quando Tiso foi condenado à forca, Pio XII tentou salvá-lo inutilmente da execução.

A Igreja nunca publicou um texto pedindo perdão por sua “omissão” em relação a Tiso.

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