Mussolini assinou o famoso  Tratado de Latrão com a Igreja, em 1929, criando o Estado do Vaticano. Além disso, Mussolini e a Igreja assinaram uma concordata que fez do catolicismo a religião oficial de Estado. 

A Igreja sacrificou em grande parte as suas próprias associações. Todas, exceto a Ação Católica, deveriam integrar as organizações fascistas. O Vaticano prometeu a Mussolini fazer com que a AC não se deixasse tentar por ações antifascistas.

Em 1929, Mussolini, após assinar a concordata dita “Patti Lateranensi”, foi qualificado pelo papa como “o homem enviado pela Divina Providência”. Em 1932, o ditador recebeu das mãos de Pio XI, a Ordem da Espora de Ouro, que é a mais alta distinção concedida pelo Estado do Vaticano.

Agora, só falta o Vaticano canonizar o Duce por sua imensa caridade cristã.

Anúncios