Fonte: TVI
Via: In Go(l)d We Trust

318Um padre do norte da cidade de Vigevano, em Itália, chocou os fiéis, ao recebê-los à entrada do templo com uma pulseira que possuía a cruz suástica nazi. Um feito «inadmissível» segundo o partido Refundação Comunista que pediu que o sacerdote fosse expulso, segundo informação do El País.

Angelo Idi, de 51 anos, terá surpreendido os fiéis da sua paróquia, em S. Francisco, no centro de Vigevano, uma cidade do norte de Itália, ao saudá-los à entrada da Igreja, usando uma pulseira vermelha com a cruz suástica nazi.

O sacerdote defendeu-se dizendo que sendo Itália um país livre, então ele também é livre de expressar as suas opiniões, tendo optado por fazê-lo exibindo a cruz nazi.

Tendo confirmado que é de extrema-direita, o padre mostrou-se «muito orgulhoso de o ser», alegando que se sente como «porta-voz» das Brigadas Negras, composta por jovens combatentes da República (fascista) de Saló.

Angelo Idi manifestou que não vê qualquer «conflito» entre política e religião. Estando naquela Igreja há cinco anos, diz que o facto das suas escolhas políticas não o impede de trabalhar com toda a «perfeição».

Depois de ter conhecimento do caso, o porta-voz do Partido Refundação Comunista, Roberto Guarcho, pediu para que Idi seja expulso do sacerdócio, considerando «inadmissível» que uma pessoa da Igreja partilhe das ideias do nazismo.

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Um padre pode dizer que é nazista e um ateu é discriminado por não crer em deus, vá entender.

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