
Um exemplo de puxa-saquismo da igreja a Salazar

Salazar e o cardeal Cerejeira, grandes aliados e símbolos da união Estado-Igreja em Portugal
António de Oliveira Salazar (Vimieiro, Santa Comba Dão, 28 de Abril de 1889 — Lisboa, 27 de Julho de 1970) foi um estadista, político português e professor da Universidade de Coimbra. Notabilizou-se pelo facto de ter exercido, de forma autoritária e em ditadura, o poder político, em Portugal, entre 1932 e 1968.
Foi também ministro das Finanças entre 1928 e 1932, procedendo ao saneamento das finanças públicas portuguesas.
Instituidor do Estado Novo (1933-1974) e da sua organização política de suporte, a União Nacional, Salazar dirigiu os destinos de Portugal, como Presidente do Conselho de Ministros, entre 1932 e 1968.
Apoiando-se na doutrina social da Igreja Católica, Salazar orienta-se para um corporativismo de Estado autoritário, com uma linha de acção económica nacionalista assente no ideal da autarcia. Esse seu nacionalismo económico levou-o a tomar medidas de protecionismo e isolacionismo de natureza fiscal, tarifária, alfandegária, para Portugal e suas colónias, que tiveram grande impacto sobretudo até aos anos sessenta.
OBS: este site mostra várias imagens da aliança igreja-estado em Portugal.
20/05/2009 at 0:51
[...] XVI sabe que o Vaticano foi aliado incondicional dos regimes fascistas de Portugal, Espanha e Croácia cuja implantação contou com o apoio activo do seu clero. O general Franco foi [...]
23/05/2009 at 5:00
[...] o salazarismo português provou que eles estavam [...]
05/01/2010 at 14:55
[...] até as Ratlines. Mas a igreja foi pilar dos regimes da Croácia, Eslováquia, Áustria, Espanha, Portugal e Vietnã do Sul. E claro… o papa foi [...]
03/02/2010 at 20:17
[...] a minha ignorância da história portuguesa: não conheço Salazar. Sei que os anti-clericais o demonizam. E não conheço ninguém que se empenhe em defender a memória do famoso líder [...]